Artigo Reflexão: “Comecemos do fim”

Por: Rev. Adi Éber Pereira Borges
“Em verdade vos digo que jamais beberei do fruto da videira, até àquele dia em que hei de beber, novo, no reino de Deus. Tendo cantado um hino, saíram para o monte das Oliveiras”. Marcos 14.25-26
Quando temos que relatar algo difícil de explicar ou difícil de aceitar, geralmente dizemos: “Não sei nem por onde começar”. Isso também acontece quando temos que realizar uma coisa muito trabalhosa ou que demanda muitas etapas; ficamos perdidos sem saber por onde começar. É nesse momento que surge alguém com a célebre frase: “Começa pelo início”.

E por que não começar pelo fim? Uma vez que a vida é feita de etapas, ciclos, fases ou momentos, só temos condições de começar quando termina o antecedente. Claro, antes que você fique bravo ou brava comigo, aqui é só mais uma maneira de ver as coisas.
Estamos encerrando mais um ano do nosso calendário cronológico, e iremos iniciar um novo ano debaixo da graça e da bênção de Deus, mas o ano principiante começa pelo fim do avelhantado, e isso ocorre no milésimo de segundo subsequente após as 23h59.
Daremos um Feliz Ano Novo para muita gente que estiver por perto e para muitas pessoas que estarão longe, mas ao amanhecer do novo dia a vida seguirá o seu curso; e que bom que será assim, começaremos pelo fim, nada de extraordinário precisará acontecer, não precisaremos ter mais do que já temos, ainda que isso seja desejável, só precisaremos iniciar com alegria e esperança renovada.
Após manifestar-se a esse mundo na figura de uma humilde criança, desenvolveu-se em estatura e graça, iniciou seu ministério público ensinando, praticando e nos dando o exemplo da vontade divina, apregoou os princípios do reino de Deus, amou profundamente a todos nós, nos trouxe a salvação, mas agora o fim se aproximava. Sua missão estava se cumprindo, e naquela última Ceia com os seus discípulos e discípulas avisou que aguardaria a concretização plena e definitiva do reino de Deus para voltar a beber, em comunhão, o fruto da videira.

Ele não se desesperou com a chegada do fim, angustiado sim, pela dor física e emocional que sofreria por mim e por você, mas jamais desesperado. Ele sabia que ali era o início de uma nova etapa, esse novo tempo começou pelo fim do outro.
Interessante notar que mesmo no fim, irmanado com eles e elas, cantou um hino e saiu para o lugar que seria o palco do fim e do novo começo. Fico a imaginar, que hino seria esse; tenho a impressão que era uma música de louvor e ação de graças a Deus pelo começo/fim, pelo desfecho/inauguração.
Se estiver bem, inicie 2024 por onde você está; se for preciso comece o novato ano pelo fim mesmo. Só não esqueça de cantar uma bela música e agradecer a Deus pelo que você viveu e pelo que viverá. Feliz Ano Novo!
Rev. Adi Éber Pereira Borges†
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