Após investigação da Polícia Civil, casal responderá por duplo homicídio e ocultação de cadáver

Da redação Diego Alves
A Justiça de Birigui (SP) recebeu a denúncia do Ministério Público, e agora Washington Elias Reliquias de Souza Sarmento, 29 anos, e Kathlen da Silva Ferreira, de 22 anos, enfrentam acusações de duplo homicídio qualificado e ocultação de cadáver. As vítimas, Jimmy Pereira da Silva, 21 anos, e Caroline Batista Froes, 22, foram encontradas sem vida no quarto da residência onde o casal residia.

O casal, ambos moradores de Birigui, preso preventivamente, é acusado de assassinar as vítimas, que foram encontrados no bairro Parque das Nações, na manhã de 23 de novembro de 2023, pelos policiais militares Cabo Doná e Sargento Boni, com cortes profundos no pescoço, sem roupas e enroladas em um cobertor. A tragédia veio à tona quando os acusados telefonaram para familiares, informando sobre o homicídio cometido a princípio por Washington. A familiar, de posse das informações procurou a polícia militar que indicou o local onde os corpos foram encontrados.
Kathlen da Silva Ferreira de 22 anos, que se entregou à polícia dias depois, nega envolvimento nos crimes, alegando choque e fugindo para o Paraguai com seu companheiro. Washington, por sua vez, confessou a autoria dos homicídios após ser detido pela Polícia Paraguaia em Pedro Juan Caballero.
Delegado e Equipe
O inquérito, conduzido pelo delegado Eduardo de Paula e, sua equipe de investigadores revelaram que as vítimas teriam consumido drogas e álcool com os réus após se encontrarem em um barzinho em Birigui. Os investigados afirmam que os assassinatos ocorreram após uma tentativa de agressão sexual por parte de Jimmy a Kathlen, resultando na intervenção de Washington, que o esfaqueou no pescoço. Ainda segundo ele, Caroline, ao presenciar o crime, ameaçou chamar a polícia e também foi vítima fatal de uma facada.
Prisão Temporária
A Justiça decretou a prisão temporária do casal, aceitando a denúncia do Ministério Público. O casal agora enfrentará processo judicial, podendo ser julgado pelo Tribunal do Júri, com acusações de duplo homicídio qualificado e ocultação de cadáver.

Defesa de Kathlen
A defesa de Kathlen, representada pelo advogado André Doná, busca revogar a prisão preventiva, argumentando que ela colabora com as investigações e não teve participação nos crimes.
O caso continua sob intensa investigação para esclarecer os detalhes e responsabilidades dos envolvidos.
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