Tribunal de Penápolis condena Mãe e Padrasto por morte de bebê; penas ultrapassam 35 anos
Foto: Reprodução
Da redação Diego Alves
O Tribunal do Júri de Penápolis (SP) condenou nesta terça-feira (13), Cristian Gomes da Silva e Jenipher Raphaely Pereira de Souza pela morte de sua filha, Mirella Fernanda Pereira das Neves, de 1 ano e 3 meses. O julgamento, iniciado na manhã de segunda-feira (12) e encerrado na noite de terça-feira (13), resultou em condenações severas para ambos os réus.

Cristian Gomes da Silva, padrasto da menina, recebeu uma pena de 40 anos de prisão por homicídio qualificado, além de 1 ano por posse irregular de munição, cuja pena foi convertida em multa. Jenipher Raphaely Pereira de Souza, mãe da bebê, foi condenada a 35 anos, 6 meses e 20 dias de prisão por homicídio qualificado. Ambas as penas devem ser cumpridas em regime fechado.
O processo, mantido em segredo de Justiça, resultou na execução provisória das penas, já que ambas superam 15 anos de reclusão. O caso ganhou notoriedade após a morte de Mirella em 14 de fevereiro de 2022, com evidências de maus-tratos e um laudo necroscópico que revelou trauma abdominal e hemorragia interna. A criança tinha marcas de agressões e havia denúncias anteriores de maus-tratos ao Conselho Tutelar.

O julgamento foi realizado a portas fechadas e os réus, que já estavam presos, não poderão recorrer em liberdade.
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