Coletivo de palhaçaria apresenta o espetáculo Raiow Rainhas no Sesc Birigui
Raiow Rainhas mistura palhaçaria, música, mágica, acrobacias e luta livre (Foto: Ricardo Avellar)
Da redação Diego Alves
O Sesc Birigui convida toda a família para atividades com o Coletivo Rainhas do Radiador, trazendo diversão e reflexão ao público de todas as idades neste fim de semana.

No domingo (25), às 16h, o palco do Teatro do Sesc se transforma em um picadeiro com o espetáculo Raiow Rainhas.
Dirigido por Geisa Helena, Raiow Rainhas mistura palhaçaria, música, mágica, acrobacias e luta livre, homenageando as corajosas mulheres que desafiaram as normas sociais e brilharam sob a lona dos antigos circos, mas que muitas vezes foram esquecidas pela história. Como exemplo, as mulheres da Luta Livre que foram sucessos nacionais das décadas de 1960 a 1980: a Mulher Pantera, Indiany e Lana Campos (ainda vivas e residentes em São Paulo), Mara Martins, Kátia Mara (a Mulher Vampiro), Neru (a Mulher Gorila) e Olga Zumbano.
Prepare-se para se encantar com as trigêmeas SimSalaBim, as incríveis lutas e atrações que prometem agitar o picadeiro. Os convites já estão à venda, a partir de R$ 10 (credenciados plenos). Crianças de até 12 anos têm entrada gratuita.
Picadeiro do Brincar
No sábado (24), das 15h às 16h30, as crianças e suas famílias poderão participar da oficina Picadeiro do Brincar. Em um espaço circular, inspirado no tradicional picadeiro circense, a oficina é dividida em estações onde os participantes exploram diferentes técnicas circenses através de brincadeiras. Além de se divertirem, as crianças desenvolvem habilidades como coordenação motora, empatia e criatividade, enquanto aprendem sobre respeito e trabalho em equipe.
O Coletivo
Rainhas do Radiador é um coletivo fundado em 2017, em São Paulo, formado por mulheres palhaças que pesquisa a comicidade física feminina e a trajetória de tantas mulheres na história do circo.

O grupo explora e pesquisa não só a potência desses corpos e desse humor na relação com todos os tipos de públicos, mas também busca inspirar importantes reflexões sobre a desigualdade de gênero e o tratamento dado às mulheres dentro do universo da comicidade e da cena circense.
Por meio de esquetes, acrobacias, cenas clássicas e autorais, transitando por diferentes linguagens, as artistas usam de suas excentricidades e irreverência, não apenas para colocar mulheres em foco, mas também questionar a ausência e até o apagamento histórico de personagens femininas.





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