Promotores de Araçatuba conseguem mais duas condenações contra o “novo cangaço”.

Réus, que participaram de ataque, receberam penas superiores a 80 anos de prisão
O Ministério Público de São Paulo obteve, em sentença proferida na última sexta-feira (24/6), a condenação de mais dois envolvidos no ataque ao município de Araçatuba, que deixou um morto em uma das ações mais violentas do novo cangaço, como a mídia passou a denominar esses grupos.

Os promotores criminais da comarca ofereceram denúncia por prática de crimes de latrocínio consumado, latrocínios tentados, incêndio agravado, explosão agravado e de associação criminosa agravado. Já houve diversas condenações.
Na sentença de sexta-feira, o primeiro réu, que já se encontra preso, pegou uma pena de total de 85 anos, 6 meses e 20 dias de reclusão, além de uma multa. O segundo, foragido, uma pena de 83 anos e 4 meses de reclusão (mais a multa).

CRIME
O assalto aconteceu na madrugada do dia 16 de outubro de 2017. Cerca de 30 criminosos incendiaram veículos na entrada do quartel da Polícia Militar.
Os suspeitos também atiraram contra a entrada do quartel para impedir a saída dos policiais, e houve troca de tiros. Na sequência, outro grupo foi até a empresa de valores, usou dinamite para explodir o prédio e fugiu com R$ 8 milhões.
O policial civil André Luís Ferro da Silva, do Goe (Grupo de Operações Especiais), foi baleado durante a ação e morreu. Duas mulheres também foram atingidas por estilhaços de balas.

Fonte Araçatuba em Foco
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