Artigo Reflexão: “Poder, escolhas e missão”
“Disse-lhes, pois, Jesus outra vez: Paz seja convosco! Assim como o Pai me enviou, e também vos envio. […] Se de alguns perdoardes os pecados, são lhes perdoados; se lhos retiverdes, são retidos”. João 20.21 e 23
Por: Rev. Adi Éber Pereira Borges
Eu queria muito ter o poder de curar as pessoas; não só a cura de doenças do corpo, mas também da alma; curar o emocional, os traumas psicológicos e os diversos transtornos, distúrbios e fobias. Queria ter o poder de resolver os dilemas existenciais e dar resposta certeira para as grandes perguntas da vida. Queria olhar para as pessoas e, sem dizer uma única palavra, tirar delas as doenças e as dores que lhes afligem e fazem sofrer tanto.

Sei que temos as ajudas das ciências, da medicina e dos profissionais da psiquiatria e da psicologia, mas são recursos muitas vezes limitados e que não estão ao alcance da maioria das pessoas. E, sem falsa modéstia, essa minha vontade não tem a ver com ganho financeiro ou com notoriedade como muitos charlatões e aproveitadores da fé alheia fazem. Não gostaria de ser conhecido como curandeiro ou algo parecido, mas o meu desejo sincero seria que, no silêncio, sem que ninguém soubesse eu pudesse tirar a dor, a angústia e a aflição de quem passasse por mim.
São apenas vontades, porque tenho clareza que esse poder não é inerente ao ser humano, por isso, também não acredito em santos milagreiros, em gurus e salvadores da pátria; por isso, não me curvo, não me iludo e não presto devoção a pessoas e a discursos mirabolantes, milagreiros, sensacionalistas e populistas.
Todo poder de cura e resolução total e definitiva dos seres humanos pertencem a Deus e somente a Deus, e Ele mesmo disse que essa glória não daria a mais ninguém.
Agora, segundo o texto do evangelho de João, o Cristo ressuscitado nos deu poder e autoridade para três coisas, e são estas que devem nos interessar. Os discípulos e discípulas de Jesus ainda estavam tristes e com medo por conta da morte do Mestre e daquilo que estava por vir. Falavam entre si, “Se mataram nosso Senhor, o que farão conosco?”. Nesse ambiente de apreensão Cristo ressuscitado se coloca diante deles e delas e lhes devolve a paz.

Dá-lhes o poder de, com privilégio, colaborar na missão de anunciar o Evangelho. Agora, não precisavam ficar com medo, Jesus lhes dá autoridade e poder para pregar e anunciar o amor de Deus e a salvação por Ele ofertada. Foi para isso que Jesus enviou-lhes em missão. Essa missão incluía necessariamente o oferecimento de perdão; aí está a segunda dimensão do poder que lhes foi dado. Então, sim, os discípulos e discípulas de Cristo tem poder e autoridade para perdoar. Você consegue, você pode!
Essas duas dimensões do poder, nos levam à terceira que é a escolha. Está em nossas mãos o poder de escolher se queremos anunciar o Reino de Deus e oferecer o perdão a quem quer que seja, custe o que custar.
Rev. Adi Éber Pereira Borges†





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