Artigo Reflexão: “Em nome da Lei”

Por: Rev. Adi Éber Pereira Borges
“Então, lhes perguntou: É lícito nos sábados fazer o bem ou fazer o mal? Salvar a vida ou tirá-la? Mas eles ficaram em silêncio”. Marcos 3.4
Temos em nosso calendário muitos feriados nacionais, estaduais e alguns municipais que servem, principalmente, para três coisas: comemorações, reflexões e descanso. Alguns desses feriados, inclusive são considerados religiosos, que, em tese, deveriam levar o povo à uma devoção maior a Deus.

Fato é, que muitas pessoas utilizam os feriados, ainda mais, aqueles que se prolongam na emenda do dia seguinte e final de semana, para viajar, fazer festas e se divertirem, o que não é nem de longe condenável; está certo, isso faz bem para a vida. No entanto, muitas pessoas exageram em suas comemorações e, no uso de bebidas alcóolicas e substâncias entorpecentes colocam a sua e a vida de outras pessoas em risco altíssimo de morte. Por isso, foi preciso criar algumas leis e intensificar as fiscalizações por parte das polícias.
Ainda que achemos que muitas dessas fiscalizações servem apenas para angariar recursos financeiros (máfia das multas), e de fato isso aconteça, pois, nada e ninguém é perfeito, mas o princípio sempre foi a segurança e a preservação da vida; as leis estão para a vida assim como o sexo está para o casamento, é um bem necessário, e a vida deve ser mantida, garantida e preservada em nome da lei.
Em resumo, era isso que Jesus estava a mostrar para aquelas pessoas que foram na sinagoga naquele dia; muitas, por não irem, ficaram sem a bênção da orientação, da experiência e do milagre. Jesus, num simples ato de curar uma pessoa na sinagoga e no dia reservado para o exercício coletivo da espiritualidade e da santificação, ensinou que a vida é sagrada e que a Lei está a serviço da vida.
Ainda bem que o Evangelista registrou isso para nós; tenho a impressão que não fosse isso muitos de nós, por deixarem de frequentar com regularidade a Casa de Oração por motivos fúteis e desleixo com a missão, não receberiam a bênção da vida.
Deus sendo rico em misericórdia e graça, nos faz o bem e salva a nossa vida todos os dias, sejam eles dias de festa, celebração e comemoração ou dia e tempo comum. É lícito dispensar o favor de Deus por meio de Jesus Cristo e na inspiração do Espírito Santo?

O homem da mão ressequida é que foi esperto, estava no lugar certo, na hora certa e atendeu de pronto o convite de Jesus recebendo a atenção e o milagre divino.
Algumas pessoas não gostaram daquilo, conspiravam contra a vida; tudo bem, Jesus fez o que pôde e o melhor.
Em nome da lei do amor usemos dias, disposição e todos os recursos para fazer o bem e salvar a vida.
Rev. Adi Éber Pereira Borges†
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