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BAEP APREENDE JEEP RENEGADE POR SUSPEITA DE DUBLÊ EM BIRIGUI (SP)

Da redação Diego Alves

Um Jeep Renegade com suspeita de ser um dublê foi apreendido pela polícia em Birigui (SP) nesta quinta-feira (5), para passar por perícia. Segundo os policiais militares que abordaram o condutor, havia denúncia de que o veículo seria utilizado para o tráfico de entorpecentes comprados no Paraguai.

A abordagem foi feita por volta das 16h, por policiais militares que faziam patrulhamento pela avenida Arthur Cordeiro e viram o veículo no contra fluxo. Ao fazer o retorno eles constataram que a placa estava sem o código QR CODE e decidiram fazer a abordagem.

O veículo era conduzido por um homem de 33 anos, não havia nada de irregular no carro, mas os policiais encontraram indícios de adulteração nos sinais de identificação. Estariam faltando algumas etiquetas, o número do motor aparentava ter sido corroído por ácido e parte da numeração do chassi teria sido transplantada.

Roubo

Ainda segundo os policiais, o número constante na longarina seria de outro veículo, com registro de roubo no Estado do Rio de Janeiro em 17 junho de 2021.

Levado ao plantão, o investigado disse na presença de um advogado que comprou o Jeep de uma pessoa de São José do Rio Preto, há seis ou sete meses. Ele teria dado R$ 25.000,00 de entrada e assumido as parcelas do financiamento, no valor estimado de R$ 80.000,00.

O investigado alegou que após a quitação providenciaria a transferência do veículo, que não submeteu a nenhuma vistoria particular e desconhecia qualquer irregularidade.

Ainda segundo o investigado, o vendedor forneceu dois Certificados de Registro e Licenciamento de Veículo digitais emitidos em Brasília, um datado de maio de 2021 e outro de agosto de 2021.

Ele informou que até então não havia tido nenhum problema, inclusive já teria sido abordado anteriormente em blitz de trânsito e nada de errado havia sido constatado.

Denúncia

Sobre a denúncia de envolvimento com o tráfico de drogas, o investigado disse que ela deve ter sido feita por uma pessoa que estaria fazendo diversas denúncias falsas contra ele, o que já teria comunicado à polícia.

O delegado Eduardo Lima de Paula, que presidiu a ocorrência, optou por liberar o proprietário do veículo após o registro. Ele levou em consideração que os números exibidos nos vidros, etiqueta e demais elementos identificadores são idênticos aos da documentação exibida.

O delegado determinou que fosse realizada pesquisa com relação ao número da longarina e foi constatado que há registro de roubo/furto/alienação fiduciária. Porém, o campo “ Número da carroceria”, onde deveria constar a informação do número da longarina, não foi preenchido pelo Detran (Departamento Estadual de Trânsito) do Rio de Janeiro.

Considerando que há suspeita de adulterações dos sinais identificadores, dentre eles, a numeração do motor, ele determinou a apreensão do veículo para posterior perícia de identificação veicular.

Fonte: hojemais Araçatuba

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