Casos de violência doméstica têm sido frequentes em nossa região e preocupa autoridades

Da redação Diego Alves
Um homem de 49 anos foi preso depois de agredir a esposa, de 37 anos, após um desentendimento em Araçatuba (SP), nesta quarta-feira (15). De acordo com o boletim de ocorrência, os dois estavam em casa com as filhas, quando começaram a discutir.

O homem, de acordo com o registro, passou a xingar a vítima de várias maneiras, indo para cima dela em seguida. A mulher foi agredida com um chute e teve a cabeça prensada contra a parede, causando hematomas. Ela também foi ameaçada pelo homem, caso chamasse a polícia.
Mesmo assim, a PM foi acionada e prendeu o suspeito em flagrante. No momento da prisão, ele foi questionado sobre o ocorrido, mas preferiu se calar. A esposa do homem passou por exame de corpo de delito no IML (Instituto Médico Legal) e decidiu representar criminalmente contra ele, por isso ele ficou preso e foi encaminhado para a Cadeia Pública de Penápolis, onde permanece à disposição da Justiça.

OUTRO CASO
Em Rubiácea (SP), um borracheiro de 51 anos foi detido ontem (14) depois de agredir a esposa em casa. Segundo a polícia, eles foram chamados para ir até uma borracharia e informada de que o homem estava no local com um ferimento no dedo, causado durante a confusão com a vítima.
No local, o suspeito disse que se desentendeu com a esposa e se feriu porque precisou desarmar a mulher porque ela estava com uma faca. Na casa onde ocorreu o caso, a vítima disse que o borracheiro chegou em casa embriagado e a agrediu com um soco na boca.
Para se defender, a mulher se armou com uma faca e acabou ferindo um dos dedos do suspeito.
Ele chegou a ser detido, porém a mulher não quis representar criminalmente contra ele. Por conta disso, o delegado da cidade arbitrou fiança de R$ 1 mil, que foi paga e ele foi liberado.

AUMENTO NOS CASOS
De acordo com dados do SSP (Secretaria de Segurança Pública) de São Paulo, houve aumento significativo no número de casos de violência contra a mulher no primeiro trimestre de 2023.
Houve crescimento de mais de 10 mil crimes de ameaça contra mulheres, além dos casos calúnia, difamação, injúria e lesão corporal, que também cresceram.
De acordo com o Instituto Sou da Paz, o número de estupros registrados nos primeiros três meses do ano é o maior desde 1996 no estado de SP.
Fonte: SBT interior
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