Nação Zumbi traz sua sonoridade única e marcante para o Sesc Birigui nesta quinta

Da redação Diego Alves
Uma das bandas mais importantes e revolucionárias da música brasileira, a Nação Zumbi faz show no Sesc Birigui nesta quinta-feira (11), às 20h, na quadra poliesportiva. No repertório, os maiores sucessos de sua carreira e versões de músicas importantes na história da banda formada por Jorge Du Peixe (vocal), Dengue (baixo) e Toca Ogan (percussão), além dos músicos convidados Marcos Matias e Da Lua (alfaias), Tom Rocha (bateria) e Neilton Carvalho (guitarra).

Criada no início dos anos 1990, na capital pernambucana, a banda Nação Zumbi (ainda com o nome de Chico Science & Nação Zumbi), lançou seu primeiro álbum, “Da Lama ao Caos”, em 1994, marcando uma geração de jovens com sua sonoridade única e marcante.
O trabalho tornou-se um dos marcos do manguebeat, movimento que, ao lado da Bossa Nova e do Tropicalismo, é reconhecido como um dos mais importantes na contribuição da modernização da música brasileira. O manguebeat une ritmos tradicionais do nordeste brasileiro, como o maracatu, com rock, hip hop, funk e outros estilos, criando uma sonoridade única e altamente influente.
“Da Lama Ao Caos” foi eleito o melhor disco já feito no Brasil nos últimos 40 anos em uma enquete feita pelo jornal O Globo com 25 especialistas de todo o país. Em 2024, o disco completa 30 anos de seu lançamento.
Com Chico Science, a Nação Zumbi lançou também “Afrociberdelia (1996). Depois da morte precoce de Chico, em 1997, já com Jorge Du Peixe no vocal, a banda acumulou mais seis álbuns de estúdio – “CSNZ” (1998), “Rádio S.Amb.A” (2000), “Nação Zumbi” (2002), “Futura” (2005), “Fome de Tudo” (2007) e “Nação Zumbi” (2014), dois álbuns ao vivo que também viraram vídeos em DVD – “Propagando ao Vivo” (2006) e “Ao Vivo no Recife” (2012), além do CD “Mundo Livre S.A vs Nação Zumbi” (2012).

Nas três décadas de estrada em festivais importantes pelo país e exterior, o grupo experimentou várias formações, conseguindo se reestruturar e se reinventar ano após ano, disco após disco, até chegar aos dias atuais. Remanescentes da formação original e fundadores da banda, junto de Chico Science, Jorge Du Peixe, Dengue e Toca Ogan seguem também em carreira solo com novos trabalhos.
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