Adolescentes fazem ameaças de massacre em escola, assustam alunos e vão parar na delegacia

Da redação Diego Alves
Dois adolescentes e um adulto, foram levados para a delegacia após utilizarem as redes sociais para fazer ameaças de um possível massacre na escola Estadual Professora Maria Bernadete Amgartem Peres, no Jardim Paulista 1 em Indaiatuba (SP). O caso aconteceu na última quinta-feira (19).

A mãe de uma aluna da escola fez a denúncia após tomar conhecimento sobre o assunto. Segundo a adolescente contou à mãe, dois outros alunos estariam articulando um massacre na escola. O boato do massacre se espalhou pela colégio, e junto com ele, também circulava um vídeo onde aparecia um menor utilizando máscara, portando diversas armas brancas, como machados, facas, espadas, um bastão de beisebol enrolado com arame farpado, e uma réplica de fuzil). O vídeo tinha a legenda “Virei bandido”.

Com a repercussão do vídeo diversos pais de alunos impediram que seus filhos fossem para a escola na última quinta-feira (19).

Diante da denúncia e em razão de fatos semelhantes que ocorreram recentemente em Indaiatuba, o delegado Danilo Amâncio Leme e os policiais, juntamente com o apoio da Guarda Civil de Indaiatuba, iniciaram uma operação na qual localizaram os adolescentes envolvidos, que por sua vez confirmaram a veracidade do vídeo, contudo negaram terem efetuada qualquer tipo de ameaça e que tudo isso foi invenção da diretora do colégio. Segundo os adolescentes, o vídeo não passou de uma brincadeira, e disseram ainda que os objetos utilizados para a confecção do vídeo seriam de propriedade do do rapaz, maior de idade.

Os adolescentes ainda disseram à polícia que um dos alunos havia sido suspenso – por 3 dias- da escola. E que as filmagens teriam sido postadas no status do WhatsApp de um dos adolescentes, para que a diretora visse, uma vez que ela tinha acesso e acompanhava as redes sociais dos adolescentes.
Os dois adolescentes e o rapaz maior de idade foram conduzidos até ao 1º Distrito Policial da cidade, juntamente com seus genitores, e na presença de um advogado, defensor de um dos adolescentes.

A ocorrência foi apresentada à autoridade policial, que registrou o Boletim de Ocorrência (BO), e apreendeu os objetos envolvidos, além de aparelhos celulares. As roupas usadas pelos adolescentes no vídeo, também foram aprendidas e anexadas ao B.O.

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