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Agentes em saúde fazem abordagem sobre hanseníase em UBSs de Birigui

Foto divulgação

Da redação Diego Alves

Até o final deste mês de janeiro os agentes em saúde da Secretaria Municipal de Saúde de Birigui estarão fazendo abordagens de pacientes nas UBSs (Unidades Básicas de Saúde) da cidade para esclarecer e tirar dúvidas sobre hanseníase.

Rua Osvaldo Cruz N° 182 centro (Ao lado da matriz)

A intervenção consiste em aproveitar o horário de maior público das unidades, no momento em que os pacientes aguardam para receber atendimento médico ou de enfermagem, para falar sobre a doença que é infectocontagiosa.

A ação conta com a participação de médicos e enfermeiros e já foi desenvolvida nas UBSs 2 (Jardim Toselar), 10 (Colinas) e 05 (Santo Antônio), mas a previsão é que ocorra nas demais unidades. Houve a intensificação das visitas casa a casa, com atenção diferenciada para queixas de sintomas relacionadas a doença.

A hanseníase é causada por infecção com a bactéria Mycobacterium leprae, que afeta principalmente a pele, os olhos, o nariz e os nervos periféricos. Os sintomas incluem manchas claras ou vermelhas na pele com diminuição da sensibilidade, dormência e fraqueza nas mãos e nos pés.

“Nas abordagens são feitas palestras com o intuito de esclarecer as formas de contágio e distribuídos panfletos sobre a importância do diagnóstico precoce e a eficácia do tratamento”, ressaltou o coordenador da Atenção Básica, Fernando Gonçalves Silva.

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O coordenador também informou que ao ser diagnosticado pela doença, o paciente é acompanhado por equipe médica especializada e recebe medicação adequada para combater a doença. Todo o tratamento é custeado pelo SUS (Serviço Único de Saúde).

JANEIRO ROXO

As ações de busca ativa pela doença ocorrem durante todo o ano, mas são intensificadas no primeiro mês do ano, durante a campanha “Janeiro Roxo”, para destacar a importância da conscientização e combate a hanseníase.

No último ano, Birigui registrou três casos positivos para a doença. Este ano, até esta segunda-feira (24/01), houve um caso. Considerando os últimos cinco anos, o maior pico ocorreu em 2021, quando o município contabilizou 11 casos positivos de hanseníase.

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