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Homem que matou namorado da ex-companheira é absolvido em Araçatuba

Imagem ilustrativa

Da redação Diego Alves

O mecânico Teodoro Henrique dos Santos, 26 anos, foi absolvido na manhã de hoje (26), pelo Tribunal do Júri de Araçatuba. Os jurados acataram tese comum da defesa e do Ministério Público, de legítima defesa. O réu era acusado de ter matado Eduardo Henrique Vitro Travassos, que tinha 22 anos, em 03 de abril de 2016, quando aconteceu o crime.

Consta em denúncia oferecida pelo promotor de justiça Adelmo Pinho, que na manhã do dia 03 de abril de 2016, a ex-companheira do réu, uma mulher de 24 anos, recebeu uma ligação dele, pedindo para que ela buscasse a filha que o casal tem em comum.

Eduardo, que mantinha um relacionamento amoroso com a ex-companheira do réu, acompanhou a mulher até a casa do réu, agora absolvido, na rua Noel Rosa, no bairro Rosele. Entretanto, ele ficou aguardando na esquina.

A mulher foi até a residência pegar a criança e, em determinado momento iniciou-se uma discussão entre o ex-casal. Durante a discussão, o réu passou a agredir a mulher com socos e chutes, inclusive jogando-a no chão.

A vítima Eduardo, ao ver a situação foi em defesa da mulher. O réu então entrou em sua residência e, rapidamente saiu com a filha no colo e portando uma faca. Ele colocou a criança no chão, sacou a faca e desferiu um golpe na mulher, que colocou o braço na frente.

A mulher gritou para que Eduardo fugisse, tendo cada um corrido para um lado. Porém, o réu perseguiu Eduardo e, desferiu uma facada que atingiu seu tórax. A vítima não resistiu aos ferimentos e morreu por hemorragia. Já Teodoro, fugiu em uma bicicleta, deixando a faca utilizada no local do crime.

ABSOLVIDO

Durante o julgamento, após serem ouvidas as testemunhas, tanto os advogados de defesa, quanto o Ministério Público, defenderam a tese de legítima defesa, que foi acatada pelos jurados e, o réu foi absolvido. O juíz Henrique de Castilho Jacinto, presidiu o julgamento.

A mulher durante a fase policial, disse que o réu chegou a correr atrás de Eduardo, que procurava sair do local, mas foi alcançado e alvejado por um facada desferida por ele, que levou a vítima à morte. Em juízo, ela mudou sua versão e, procurou amparar a versão do réu, dizendo que ele agiu em legítima defesa, já que foi agredido inicialmente por Eduardo.

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