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JOVEM DE 20 ANOS É PRESA POR ESTELIONATO APÓS TENTAR COMPRAR IPHONE COM GOLPE DO FALSO “PIX” EM LOJA DE CELULARES EM BIRIGUI-SP.

Foto Ilustrativa

Da Redação Diego Alves

Uma jovem de 20 anos moradora do bairro Monte Líbano em Birigui, foi presa na tarde desta segunda-feira (11) tentando aplicar um golpe do “falso pix”, o flagrante foi realizado em uma loja de assistência técnica de celulares pela rua Siqueira Campos, no Centro, a acusada tentou aplicar o golpe para adquirir um iPhone avaliado em R$ 7.700,00 reais.

Segundo Boletim de ocorrência, policiais militares Soldado Bruce e cabo Januário realizavam patrulhamento pela área central de Birigui nesta segunda-feira (11), quando foram solicitados via copom por um proprietário de uma Assistência técnica de celulares, situada pela rua Siqueira Campos no centro da cidade, tendo em vista que naquele exato momento uma mulher havia tentado dar um golpe de um “falso pix” para adquirir um aparelho celular iPhone avaliado em R$ 7.200,00 (sete mil e duzentos reais).

A vítima ainda informou que nesta ocasião, aquela mesma mulher teria feito um conserto de celular em sua loja e passou um pix falso no valor de R$ 180,00 (cento e oitenta reais) e hoje retornou para realizar a compra. A mulher ainda estava no interior da loja e foi identificada como sendo K.F.F.S, 20 anos, a qual admitiu a tentativa da prática do crime descrito e disse estar devendo para um agiota e queria fazer isso para saldar parte de sua dívida. Ela ainda afirmou que já havia praticado o mesmo crime em outras lojas da cidade, não especificando quais.

Golpe

A vítima, um comerciante de 33 anos , manifestou interesse em representar contra a mulher que tentou comprar um aparelho Apple Iphone 13 Pro Max, cujo valor de venda é de R$ 7.700,00 (sete mil e setecentos reais). Foi solicitado que ela efetuasse uma transferência de um sinal de R$ 500,00 (quinhentos reais), tendo ela encaminhado um comprovante pix de tal valor. O produto foi pedido ao fornecedor e na data de hoje (11), ela retornou para buscar o aparelho que comprou. O proprietário viu no seu sistema que não havia caído o dinheiro da transferência da semana passada e solicitou que ela efetuasse a transferência do valor integral.

Apressada

Ela alegou que o dinheiro da semana passada havia saído de sua conta e fez um novo pix no valor de R$ 7.200,00 (sete mil e duzentos reais) e já queria sair da loja levando o aparelho, porém, a vítima verificou que aquele valor e o valor da semana passada não haviam caído em sua conta e, ela pediu que ele esperasse um pouco. Ela ainda tentou fazer uma nova transferência no valor integral da compra, ou seja, R$ 7.700,00 (sete mil e setecentos reais). Enquanto aguardava, viu em seu sistema de controle de trabalho que no mês passado, mais precisamente no dia 16 de março, ela havia feito um conserto de uma tela de celular que custou R$ 180,00 (cento e oitenta reais) e que o pagamento feito por pix na ocasião também não havia caído na conta.

Agiota

Por desconfiar que poderiam se tratar de um golpe, comentou em um grupo de WhatsApp e soube que um amigo seu, de nome R.D, havia caído neste mesmo golpe na semana passada e a acusada teria conseguido levar o aparelho celular da loja dele. Não sabendo dizer se esse amigo já registrou boletim de ocorrência. Após a constatação do possível golpe a polícia militar foi acionada. Durante o acontecido a acusada admitiu que tentava “aplicar um golpe para saldar uma dívida com um agiota”. Diante dos fatos a jovem recebeu voz de prisão por estelionato, sendo encaminhada ao distrito policial central.

Presa

Na delegacia a acusada, optou por permanecer em silêncio, a autoridade responsável ao tomar conhecimento dos fatos, e após ouvir as partes, ratificou a prisão em flagrante delito por estelionato tentado, vez que a acusa foi surpreendida enquanto tentava adquiri um aparelho celular avaliado em R$ 7.700,00 (sete mil e setecentos reais) mediante transferências do ” falso pix” e somente não obteve êxito por circunstâncias alheias à sua vontade, vez que a vítima notou o golpe e acionou a polícia militar, permanecendo a acusada presa a disposição da justiça, aonde será encaminhada para o sistema prisional adequado.

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