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Mulher foragida do CR de Rio Preto é capturada por investigadores em Araçatuba

Da redação Diego Alves

Policiais civis da equipe de investigação da CPJ (Central de Polícia Judiciária), capturaram na manhã de hoje (15), uma das cinco mulheres que fugiram do Centro de Ressocialização Feminina de São José do Rio Preto, no dia 21 de outubro deste ano. A mulher de 37 anos foi capturada no bairro Monte Carlo em Araçatuba.

Conforme apurado pela reportagem, após investigação, foi apurado pelos policiais civis o local onde estava escondida a foragida. Foi solicitado mandado de busca e apreensão no local e, autorizado pela justiça.

A foragida estava escondida em um quarto nos fundos de um estabelecimento comercial, no bairro Monte Carlo, em Araçatuba. Ela não ofereceu resistência no momento de sua captura.

A mulher estava acompanhada de seu convivente, proprietário do local e, foi encaminhada a uma das celas especiais do plantão policial de Araçatuba, ficando à disposição da justiça. Ela cumpria pena de 5 anos de prisão por crime de tráfico de drogas.

FUGA

Cinco presas fugiram, na noite de 21 de outubro deste ano, do Centro de Ressocialização Feminina de São José do Rio Preto. Elas ainda deixaram amarrada e amordaçada, na cela, uma detenta que não quis ir junto. Das cinco detentas que fugiram, três são de Araçatuba.

Para atrair uma das agentes penitenciárias de plantão, uma delas fingiu que tinha problemas de saúde. Ao entrar dentro da cela, a agente foi agarrada por uma das detentas e mantida refém com um caco de vidro de espelho em seu pescoço.

Logo em seguida, uma das presas lutou e feriu outra agente penitenciária que estava próxima da cela. Durante a fuga, elas se armaram com facas pegas na cozinha do CRF.

Na portaria, as presas pegaram chaves dos carros particulares dos agentes penitenciários. Depois, escalaram o muro da unidade prisional e fugiram.

A Polícia Militar foi acionada logo após a fuga, mas quando chegou não encontrou pistas das fugitivas. Alguns metros de distância do CDF foram encontrados parte das roupas e um par de chinelos das detentas, o que seria indício de que trocaram de vestimentas.

Durante vistoria na cela, uma detenta foi encontrada amarrada e amordaçada. Ela disse que sofreu represália por se recusar a participar da fuga.

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